Se você está em dúvida sobre qual a erva certa para cada Orixá ou finalidade ritualística, este guia resolve exatamente isso ao entregar fichas visuais que eliminam o risco de confusão entre plantas parecidas. O eBook funciona como um “GPS botânico” para o umbandista, permitindo que, mesmo sem experiência prévia, você identifique a erva correta pelo celular e saiba imediatamente se ela deve ser usada em um banho de descarga, um amaci ou na defumação, garantindo a eficácia do seu trabalho espiritual.
Para quem frequenta o terreiro ou mantém suas práticas em casa, surge a dúvida: como saber se a erva é quente, morna ou fria? O autor, Alexandre Trinidad, utiliza sua experiência de 20 anos como sacerdote para classificar as plantas de forma prática. Minha percepção é que essa organização evita aquele erro comum de tomar um banho de ervas “quentes” (agressivas) antes de dormir, o que pode causar insônia ou agitação em vez de paz. O livro ensina a equilibrar essa vibração conforme a necessidade do seu campo energético.
Outro ponto essencial que o material responde é sobre o cultivo e a colheita: existe horário certo para colher? Sim, e o livro detalha como o respeito ao ciclo da natureza potencializa o axé da planta. Uma dica prática que extraí da obra é que o modo como você desperta a erva (a reza e o toque) é tão importante quanto a espécie em si. Ter esse guia em mãos facilita manter essa tradição viva, mesmo para quem mora em centros urbanos e tem pouco contato com a mata.
Muitos leitores questionam se é possível substituir ervas difíceis de encontrar. O 100 Ervas na Umbanda: Fichas Digitais Ilustradas ajuda nesse discernimento ao apresentar as ervas por Orixá. Se você não encontra a folha específica de Xangô na sua região, o catálogo de 100 opções oferece alternativas que carregam a mesma regência vibratória, permitindo que você não fique na mão durante uma emergência espiritual.
Quanto à identificação visual, essa é a maior dor de quem compra ervas em mercados populares. Muitas vezes as folhas estão secas ou picadas. O ebook traz imagens que servem de referência real. Como alguém que já se confundiu entre arruda e guiné no início, garanto que ter uma foto nítida no brilho da tela do celular enquanto você está na banca do mercado economiza tempo e evita que você leve “gato por lebre”.
Sobre as questões de menor concorrência, mas alta relevância: posso usar essas ervas para crianças ou pets? O livro foca no uso ritualístico de Umbanda, mas a sabedoria do Pai Alexandre deixa claro que o conhecimento das ervas é, acima de tudo, um ato de cura e proteção. Para o uso em crianças, a dica é sempre buscar as ervas classificadas como “mornas” ou “doces”, que são mais acolhedoras e menos abrasivas ao espírito.
A reputação desta obra é excelente, com uma nota de 4,7 estrelas e mais de 300 avaliações positivas. Os leitores destacam a praticidade de consulta rápida e o fato de o arquivo ser leve, apesar de ilustrado. O grande trunfo aqui não é apenas a teoria, mas o “pulo do gato” de um sacerdote que ensina o que realmente funciona no chão do terreiro há três décadas. Não é apenas um catálogo botânico; é um manual de fundamentos.
Se você sente que sua conexão com as ervas ainda é insegura ou se cansa de depender sempre da indicação de terceiros, este investimento é o passo definitivo para sua autonomia religiosa. Entender o reino vegetal é entender a linguagem dos Orixás.
Acesse agora o conteúdo completo: 100 Ervas na Umbanda: Fichas Digitais Ilustradas.
